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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Lindos homens feios

Estava assistindo Lie to Me dia desses. Pouco antes de me irritar com a dublagem (aliás, que ideiazinha de jerico da dona Fox, hein. Sugiro trocar o nome do canal para Donkey, um animal mais apropriado....) e com as legendas PÉSSIMAS da operadora, tive uma revelação: gosto de homens feios.

Tá que isso nem é exatamente uma novidade. Meu marido costuma me dizer isso em tom de provocação: que tenho péssimo gosto para homens e só gosto dos feios. Daí, respondo que a única exceção é ele, que é um gato. Daí ele torce o nariz, rimos e ficamos por isso. Mas, não é que ele está certo?

O personagem principal de Lie to Me é Cal Lightman, vivido por Tim Roth, ator que é indiscutivelmente feio. Além de feio, não é elegante e praticamente só interpreta esquisitões e/ou vilões. Mas mesmo assim.... Mesmo assim, o que? Difícil de explicar, mas achei o ator/personagem altamente instigante, interessante e, tá, sedutor.

Então pensei, mas que coisa, gosto dos bonitos também, oras. Por exemplo o... o...., bem.... o... Cacilda, não tem! Só consegui pensar no Josh Holloway, que faz o Sawyer em Lost. Mas este é hour concours certo? Está inclusive acima do conceito de beleza. Fora ele, os personagens que povoam minha imaginação são mesmo todos esteticamente inibidos. Ou feios mesmo.

Os bonitos, aqueles de beleza indiscutível, chamam a atenção num primeiro momento. A beleza enche os olhos e ofusca todo o resto. Mas pouco tempo depois, ela cai na banalidade. A beleza sempre esteve lá. Sempre estará. Vai se transformar com o tempo? Não sei. Há algo mais por trás da perfeição? Não sei. Quero saber? Não... não fiquei intrigada.Acho que a perfeição estética é uma parcela da beleza. Um bom pedaço, diria. Mas outra parcela, talvez mais importante, é a imaginação. A minha, claro.

Talvez tenha aí também algum componente atávico feminino que dê uma vontade irresistível de por no colo, aceitar, consertar. Um feinho com um belo conteúdo seria então um poço de oportunidades, não? Será esse o grande charme do nariz quebrado do Liam Neeson?

Taí a minha galeria de feinhos irresistíveis:




John Malkovich, Liam Neeson, Sean Penn e Tim Roth...

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Nome próprio

Lembra daquele episódio de Friends em que a Phoebe se casa e vai ao cartório para mudar de nome? Para qualquer pessoa normal isso quer dizer uma mudança para o sobrenome de casada, certo? Mas, não para a Phoebe. Ela se empolga e muda de nome para Princess Consuela Banana Hammock. O Mike, em retaliação, muda de nome para Mike Crap Bag. Ela finalmente se incomoda com a pagação de mico e volta ao nome original.

E porque eu me lembrei disso? Porque estamos tentando escolher o nome do nosso filho e, vou te falar.... tá difícil, viu! Gostaria de poder dar um nome qualquer tipo “Corredor X” e deixar que ele escolha um bom nome quando crescer, de acordo com seus anseios pessoais e aspirações profissionais.

Porque hoje tá assim:

- Que tal o nome do pai?
- Seguido de “Junior”? Fabio... Junior? Nem pensar!
- Que tal João?
- Ótimo! Na escola ele vai virar João-ponêis. É isso que vc quer?
- Paulo.
- Nome de japonês. Aliás, já corta Cláudio, Hélio e Flávio pelo mesmo motivo.
- Joaquim?
- Nome de velhinho.
- Tito?
- Nome de criança.
- Ele é criança.
- Mas não pra sempre.
- Diz aí um homem que você admira.
- Capitão Nascimento.
- Hum.... não.
- Hulk.
- Não.
- Thor.
- É nome de michê. E, quer saber, corta todos os heróis da Marvel.
- Ahn...
- E da DC também.
- Droga....
- Plínio.
- Não. Nome de garoto que apanha na escola.
- É, deve apanhar do Thor.
....
E assim vai, por horas.

Por enquanto, resolvemos atrair as graças dos deuses do futebol. Juntamos o nome do pai, com o nome da mãe e adicionamos “son” no final. Ficou Kelbioson. Fala sério! Com um nome desses é só relaxar e se preparar para curtir a aposentadoria em Barcelona ou Milão. Se bem que pra ficar chique é melhor substituir o “i” por “y”. Kelbyoson. É isso aí.

Mas, sério, a busca pelo nome perfeito continua. A saber, o nome perfeito é brasileiro ou pelo menos super comum em português. Deve soar bem em outros idiomas. Deve ser simples e bonito. Não pode ser carne de vaca. Deve ser forte e ter um significado bonito. E tem que passar por uma análise numerológica. No fundo, o que estamos buscando é um clássico esquecido que, ao mesmo tempo, seja um amuleto contra qualquer intempérie. Não é o que qualquer pai quer?

Aceitamos sugestões.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Enxoval e memória

Fomos hoje comprar itens de enxoval do bebê. Engraçado como neste momento as coisas começam a ficar mais concretas. Apesar de sentir os chutinhos e vivenciar o crescimento dele todos os dias, é no momento em que escolho uma simples toalha que, enfim, consigo quase visualizá-lo de verdade.
Sei, o ultrassom já mostra quase tudo. O coração batendo, o ritmo e frequência. O cérebro, seus hemisférios, as fibras que os ligam. Os rins, pulmões, bexiga. O sangue fluindo. imagens 3D. Tudo.
Mas a toalha... ela me faz ver os muitos banhos que estão por vir. A água espirrada pela farra e o chororô na hora de sair da água. Cada item conta uma história do que ainda está por vir.
*
Faz apenas 5 anos desde o nascimento de minha filha. E algumas coisas já estão difíceis de puxar pela memória. O curioso é que o processo de aprender a cuidar de uma criança é tão intenso e, por vezes, dolorido, que temos certeza de que jamais esquecemos. Mas, aí está: esquecemos. Deixamos os problemas e dificuldades pra trás com muito mais facilidade do que gostamos de reconhecer.

sábado, 29 de agosto de 2009

Mãe é a mãe, pô!!!!!!

Só gosto de ser chamada de “mãe” por minha filha. Na voz dela toda e qualquer variação da palavra me deixa feliz na hora: mãe, mamãe, manhê. Tanto faz. Agora, marmanjo me chamando de mãe.... não dá né?

Tudo começou quando minha filha nasceu. Na maternidade, as enfermeiras entravam no quarto e iam falando “Tudo bem, mãe?”, “Mãe, hora do almoço”, “Preciso ver o curativo, mãe”. E eu ia me sentido algo entre acabada, irritada e p*** da vida. Mas, entendia que elas não faziam por mal e segurava o ímpeto de responder “mãe é a mãe”. O que seria uma grandessíssima verdade. Caramba! Elas tinham minha ficha na mão. Meu nome estava na ficha. Meu nome estava na porta do quarto. Meu nome estava na minha pulseirinha. Meu nome é fácil. Custa me chamar por meu nome, cáspita?

A mesma coisa em consultórios médicos. “Sua vez, mãe”, “Pode entrar mãe”, “Preciso de sua assinatura, mãe”. Meu nome estava lá, ao alcance, a disposição. Por que me chamar de mãe?

Fiquei pensando na razão que leva pessoas sensatas a crerem que é agradável para uma mulher adulta ser chamada de mãe por estranhos. Eu me sentia infantilizada e desprovida de minha identidade e de minha história. De repente era como se tudo que eu tivesse feito, realizado ou sonhado nos meus 30 anos de vida anteriores valessem nada.

Concluí que isso vem do tempo em que tudo o que movia uma mulher era o desejo de ser mãe. Este era o objetivo último da vida. Isto era tudo o que importava e somente isto. Então, chamar uma mulher de mãe era destacar que seu grande sonho fora realizado. Que seu título supremo fora conquistado, enfim. Era algo como “majestade” ou “excelência”. Agora, vamos combinar que os tempos mudaram? Pode ser?

Eu adoro ser mãe. Mais do que eu julgava ser capaz. Mas o fato de ser mãe e de gostar disto não resume minha existência. Não anula o fato de eu ser também filha. De eu ser também esposa. Namorada. Profissional. Interessada por línguas estrangeiras. Leitora voraz e compulsiva. Gourmet, gourmand, comilona mesmo. Inconstante. Leal . Mordaz. Sarcástica. Tímida. Ansiosa. Continuo querendo um monte de coisas. Continuo querendo viajar. Quero viajar muito. Quero cruzar os Andes de moto. Quero percorrer a Provença de bicicleta. Quero fazer arco e flecha. Tiro esportivo. Correr uma prova de 10K sem morrer. Fazer faculdade de linguística. Abrir a livraria mais linda do mundo, com uma cafeteria de sonho. E, além disso tudo, ser também uma boa mãe. Mas para meus filhos e somente para eles.

Ok, ninguém de obrigação de saber dos meus sonhos e interesses. Ninguém tem obrigação de adivinhá-los. Mas também ninguém tem o direito de pressupor que eles não existem.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Eu, a gripe e a histeria

Eu estava tranquila com relação a gripe suína. Não botava fé nela. Afinal, era só uma gripe. Estava conseguindo, apesar da minha neurose, hipocondria e afins, passar longe da histeria coletiva.
Mas daí aconteceu. Numa reunião meu chefe informou que, devido à evolução da pandemia, as gestantes deveriam trabalhar de casa. A luzinha amarela acendeu em minha mente. "A coisa está mesmo grave". Fui pra casa e segui acompanhando as notícias. Uma morte, duas, onze. A coisa está piorando.
Então, hoje fui informada que "já estou liberada" e posso voltar ao escritório. Como assim? Liberada de que? De ficar doente? Se a coisa só piorou desde então, porque agora fui beneficiada com o direito de ficar doente?
Já sei: eu estava muito tranquila. Tranquila demais. Agora que eu estou devidamente apavorada, o equilíbrio do universo foi restabelecido.
*
O que comi hoje:
Café da manhã: 1 pão + 2 ovos batidos + café com açúcar. Valor: 125 notas.

Lanche da manhã: não teve.

Almoço: 6 colheres de arroz + 1 pires de batata frita + 1 contra filé grelhado. Valor: 270 notas.

Lanche da Tarde: 2 mexericas. Valor: 50 notas.

Jantar: 3 colheres de arroz + cozido de carne, cenoura e gengibre + salada verde + 1 laranja lima.
Valor: 140 notas.

Ceia: canjica. Valor: 140 notas.

Total: 725 notas.

Fotos: (Não fotografei o almoço: esqueci a câmera em casa...)

domingo, 19 de julho de 2009

O que comi hoje #2

Hoje foi um dia meio atípico. Teve uma festa de aniversário de criança na hora do almoço. Eu não levei câmera, porque acho meio invasivo levar câmera na festa alheia. Sei lá. Depois, a noite rolou uma preguiça.... então, foto, só do café da manhã. Mas anotei o que comi. Lá vai:

Café da manhâ: 1 pão francês + 1 fatia de queijo branco + 2 fatias de tomate + manjericão + café com açúcar. Valor: 130 notas.

Lanche da manhã: não teve (acordei tarde....).

Almoço: 2 copos de refrigerante + 6 mini salgadinhos + 1 mini dog + 2 col de arroz + 1 pedaço de carne assada + salada verde + 6 docinhos + 1 fatia de bolo chocolate com musse de maracujá. Valor: 745 notas.

Lanche: não teve (almocei tarde...)

Jantar: 1/2 miojo. Valor: 95 notas.

Total: 970 notas.

Ha-ha... hoje extrapolei. Mas tudo bem, amanhã é outro dia.

sábado, 18 de julho de 2009

O que comi hoje #1

Lembram dos meus Dias Perfeitos? Então, estão de volta. Agora que me sinto um ser humano razoavelmente normal e estou conseguindo manter uma rotina alimentar, volto a anotar e postar o que comi no dia. A diferença com relação aos Dias Perfeitos estão por conta da quantidade de calorias. Para perder peso, eu consumia 450 a 500 notas que seriam 900 a 1000 calorias por dia. Agora, por conta da gravidez, minha médica recomendou consumir de 1800 a 2000 calorias, ou seja, 900 a 1000 notas. É nota pacas. Mas vamos lá.

Café da manhã: 1 pão francês + requeijão + 2 pedaços pequenos de queijo + 1/2 mamão + café + 2 col chá de acúcar. Valor: 200 notas.

Lanche da manhã: 1 pêssego. Valor: 25 notas.

Almoço: 6 col sopa macarrão + brócolis + shitake + carne + salada verde + suco laranja. Valor: 235 notas

Lanche da tarde: 1 pão francês +margarina + café sem açúcar + 1/2 mamão. Valor: 160 notas

Jantar: 1 prato de sopa de feijão + salada caprese (tomate+queijo branco+manjericão) + mexerica. Valor: 160 notas.
Ceia: 1xícara de leite + 1 col sopa achocolatado. Valor: 105 notas.

Total: 885 notas (Caramba! Comi feito uma louca e não atingi as calorias que precisava. Mas, na boa, nem cabe mais nada.....)

Atividade física: 30 minutos de caminhada.
Fotos: (só fico devendo o do lanche da tarde e da ceia. O lanche eu esqueci de fotografar e a ceia deu uma preguiiiiiiiiiça....).





terça-feira, 7 de julho de 2009

Abóbora com Carne Seca

Ou jerimum com jabá. Tantufas. É uma delícia. Esta é uma daquelas combinações feitas no paraíso: abóbora suculenta e docinha com carne seca salgadinha e... bem, seca. Arrematando, cebolinha, cebola, coisinhas crocantes que quebram a cremosidade da abóbora. Nham!
Ah, e o melhor: é ridiculamente fácil de fazer. Quer ver?

Primeiro, dessalgar a carne seca. Como não sou uma pessoa que planeja, fervi a carne já cortada em cubos por 2 vezes, trocando a água, para acelerar o processo.

Daí, é só refogar um pouco de alho (usei 2 dentes). Dourou? Junte a carne seca e deixe fritar bem de leve. Junte água até cobrir e deixe cozinhar por um tempão, até a carne seca ficar macia. Quando rolar, junte a abóbora, que cozinha rápido, até. Quando ficar macia, acrescente a cebolinha picada, misture, tampe, desligue o fogo e espere um tiquinho. Pronto. Pode se esbaldar.

Ah, atente para a panela de pedra que eu A-M-O e tenho certeza de que faz tudo ficar mais gostoso. Preciso comprar mais desta, de outros tamanhos.....




quarta-feira, 1 de julho de 2009

Post Mix: Michael Jackson, Honduras e esperança

Michael Jackson morreu. E qual a surpresa? Com tanta esquisitice, tantas manias e neuroses acho até que demorou.
*
Se lamento? Sinceramente, não. Não o conhecia, oras. E como artista, eu lamentei foi há muito tempo, quando ficou claro que o artista genial havia sido consumido pela pessoa atormentada e nunca mais haveria outro disco decente depois de Thriller.
*
Lamentei quando vi que o garotinho fofo, que cantava e dançava não existia mais. E que aquele rapaz bonito não ia se tornar um homem bonito. Ao invés, estava lentamente se transformando em uma criatura bizarra, assustadora, desfigurada. E que não havia um amigo ao lado dele que pudesse lhe dar alguma noção.
*
Vendo toda esta comoção em torno da morte dele, me lembro de "Necrofilia da Arte", do Pato Fu, que fala sobre a nossa fixação pelos ídolos que se foram. Pois duvido que haveria tanto blablabla em torno da nova turne que estava por vir.
*

Foto de Esteban Felix/AP - Fonte: UOL Notícias

Golpe em Honduras. Isto parece saído de algum livro de história. Não deveria acontecer agora. Não deveria acontecer nunca mais. O que, combinado com os protestos no Irã, me trazem a nítida impressão de ter caído em alguma máquina do tempo e voltado para os anos 70/80.
*
Mas, fecho este "post mix" com algum otimismo. Há alguns dias voltei a acreditar no futuro da humanidade e quero manter este pensamento.
*
Foi aniversário de minha filha e fizemos uma festinha no salão de festas do prédio, só para reunir os amiguinhos da escola. Algumas crianças do condomínio estavam rondando, olhando interessadas e eu as chamei. Elas foram chamar um outro menino, que estava mais afastado. O menino, muito sério, respondeu baixinho: "não posso ir, pois não fui convidado". Pode? Aquele pirralho era mil vezes mais educado que muito marmanjo que eu conheço.
*
Daí, fui lá chamar o menino. E ele, sacando que era um convite "por educação", afinal, não o conheço e nem ele conhecia a aniversariante, deu uma desculpa e, educadamente, declinou!
Inacreditável!
*
Mais tarde, minha sobrinha se assustou com o palhaço e saiu chorando. Um outro menininho, de 6 anos, virou-se muito enfezado para o palhaço e foi defender a menina que ele nunca tinha visto antes. "Você fez ela chorar! Ela é pequenininha! Não pode!". Indignadíssimo, ele não se omitiu, ao contrário do que se acostumaram a fazer os adultos.
*
O show de palhaços foi o de sempre: 2 palhaços, um tentando enganar o outro. Ao final, alguém perguntou a minha filha se ela tinha gostado e ela respondeu que não. Por que? E ela, seríssima: "É só mentira, mentira e mentira! Não gostei!".
*
Educação, respeito, coragem, compaixão, amor pela verdade. É impressão, ou esta geração está muito mais bem equipada que a minha?

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Filme pornô feminista. Como assim?

Já tinha ouvido falar? Nem eu. Mas daí folheando o jornal meio distraída ví uma matéria sobre um tal prêmio do pornô feminista e fiquei curiosa. Acuma? Achei a proposta toda da coisa interessante e fui atrás de mais informações. Tá, confesso: fui atrás dos filmes. Mas movida por pura curiosidade científica (hahaha!).

E o desafio começou aí. Onde se aluga filme pornô, hein? Algum tarado de plantão aí sabe informar? Sex shop? Bom, depois de longa e exaustiva pesquisa, cheguei a um dos filmes, que foi premiado e de cuja diretora, Erika Lust, eu já tinha ouvido falar. Five Hot stories for her, ou Cinco historias para ella.

Começa pelo nome da diretora, que eu achava que era nome artístico, mas descobri ser mesmo uma feliz coincidência. Algo como um obstetra se chamar Nascimento, um almirante se chamar Leme ou um vendedor se chamar Sales. Mas divago.

Então, assistindo aos extras do filme (sim, tem extras!) fico sabendo mais sobre Erika Lust, sueca radicada em Barcelona. Primeira coisa que salta aos olhos: ela não tem cara de diretora de filme pornô. E como seria cara de diretora de filme pornô? Sei lá, mas achei que, se eu visse, reconheceria. Ela tem cara de diretora de video clip. Bonita, jovem, descolada, simpática. Muito articulada, descreveu o processo que a levou a entrar no universo do filme pornográfico.

Ela diz que não foi algo planejado, mas que ela percebeu que nesse meio os filmes são todos feitos para o homem, segundo o ponto de vista masculino e de acordo com seu gosto. Nada contra, mas por que não atender também uma parcela do público que está carente de uma estética alternativa?

E em que consiste esta estética alternativa? Ou seja, de que forma um filme pornô feminista é diferente de um filme pornô tradicional? É mais light? Não, não é. É tão explícito quanto qualquer filme pornô. E os closes ginecológicos também estão lá. Bem, após assistir a Five Hot Stories, posso enumerar algumas diferenças que me chamaram a atenção:

1. O filme tem história e o enredo é consistente.
Básico né? Mulher gosta de história. Mulher quer saber o que levou a determinada situação. E tem que fazer sentido. Aquele enredo típico em que a mulher flagra o namorado com outra na cama e pensa "oba, que legal vou me juntar a eles...." irrita qualquer uma pelo alto grau de imbecilidade e pela total falta de conexão com a realidade.

2. Tem diálogo.
Não é só "Oh", "Hum", "Ah". São diálogos mesmo, com começo, meio, fim, verbos, adverbios, enfim. As pessoas conversam, brigam, discutem, explicam, contam, relembram, narram. Um dos atores (brasileiro), disse que era um trabalho bem diferente do que ele estava acostumado porque tinha falas, e ele precisou decorar diálogos. Pelo jeito ele curtiu....

3. Os atores são mais "normais".
É. Os atores são bonitos. Bem bonitos. Mas de uma beleza normal. Gente que eu poderia ver por aí. Os homens não fazem a linha super-hiper-bombados. As mulheres não têm 500ml de silicone em cada peito. Algumas são até bem "retinhas". Gente normal. E o que acontece é que você assiste o filme e acaba se identificando com a personagem, com a situação, porque são gente como a gente. Ah, e eles atuam também, viu?

4. O visual é rico e sofisticado.
Há um cuidado maior com o cenário, a iluminação, detalhes. As cenas se passam em praias, trens em movimento, ruas (charmosas) de uma cidade, lofts. Os ambientes são bem decorados e com bom gosto. Ah, e o figurino... as roupas são bonitas. Normais, tal como o look dos atores, mas com uma pitadinha de veneno. Uma saia um tiquinho mais curta. Uma camisa um tantinho mais justa, e pronto.Lingeries e cuecas: modernas, lindas. Dá vontade de comprar. Nada, nadica, nem uma pecinha de roupa brega em todo o filme. E no todo, o visual é mais clean, limpo, gostoso.

5. Música de qualidade.
Excelente. Música boa. Nada daquele lixo que parece ter sido extraído de algum videogame dos anos 80. Música eletrônica suave, com letras sexy e provocantes, estilo "The L Word", combinando com o momento. A cerejinha em cima do bolo.

6. Cenas homossexuais.
Femininas, claro, o que não difere muito do pornô tradicional, exceto pelo enfoque. O público lésbico é um fiel consumidor de pornografia feminista, então tem que rolar uma cena do tipo. Mas, a cena é feita de forma mais.... verdadeira. Afinal, num pornô tradicional este tipo de cena é feita de um jeito que agrade aos olhares masculinos, mas quase sempre elas estão anos-luz de distância de refletir as reais preferências femininas. Rapazes, querem agradar as namoradas e não sabem como? Assistam a uma cena lésbica num filme feminista. Este sim, tem o caminho das pedras. Se é que você me entende.

E, masculinas. Sim, aparentemente as mulheres gostam de ver dois homens se divertindo. Ou então os homossexuais também apreciam a estética dos filmes feministas. O que faz todo sentido, certo? Afinal, bom gosto nunca é demais.

Enfim, o filme foi uma grata surpresa. Bom, bem elaborado, divertido, com toques inteligentes de humor. Ele se divide em 5 histórias. A primeira é "Something about Nadia", sobre uma mulher intrigante que atrai as mulheres e 3 garotas que se apaixonam por ela. Na segunda "jodetecarlos.com" uma mulher traída arma uma vingança arrasadora contra o marido cínico. Na terceira, "Married with children" um casal monta uma estratégia para afastar o tédio e a monotonia (é um sado-maso leve). Na quarta, "The Good Girl" uma moça tranquila e recatada consegue se libertar da pecha de comportada ao realizar uma fantasia com o entregador de pizza (a melhor, na minha opinião). E a quinta "Breakup sex" é a noitada de despedida de um casal.

Divertido, hot, e você não fica com aquela sensação de que acabou de ver um filme pornô. Muito embora tenha visto.


domingo, 14 de junho de 2009

Total Eclipse of the Heart

Você já dançou agarradinho ao som de Total Eclipse of the Heart? Você era fã de Bonnie Tyler? Tudo bem, não precisa confessar se não quiser, afinal isto entrega a idade do cidadão. Eu adorava (na verdade ainda gosto desta música). E por isso, este vídeo foi tão divertido. Você detesta esta música? Sem problema: tenho certeza que você também vai chorar de rir. Trata-se da versão literal do vídeo clip de Total Eclipse of the Heart. Enjoy!



Gostou? Vi no blog do Alexandre Soares Silva, que recebeu de Jules, que não sei quem é, mas só pode ser muito legal e só não linco porque não sei pra onde.

Quer mais um vídeo bizarro? Clique aqui.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

So, so lost!

atenção: contém spoiler.

E vou continuar lost até a próxima temporada de Lost. Meu lance com Lost teve altos e baixos e acho que isso aconteceu com todos os fãs da série. Algumas temporadas foram estupendas e outras, bem fraquinhas. Mas, como a primeira temporada me pegou, mesmo nos momentos fraquinhos eu não consegui abrir mão da série. E agora, ao final da quinta temporada, me sinto recompensada de certa forma.

Vejo a série se desenvolvendo de forma cíclica, na qual cada ciclo abre um novo nível de compreensão. Primeiro o grande assunto é a queda do avião e a sobrevivência na ilha. Depois, a descoberta de outras pessoas vivendo na ilha. Depois a descoberta das lideranças, das estruturas existentes na ilha. Depois a descobertas de ainda outros grupos que tiveram o controle da ilha ao longo do tempo. E assim sucessivamente. A quinta temporada culmina com a descoberta de mais um nível e finalmente vemos quem são os reais protagonistas desta luta de poder.

O final da temporada respondeu algumas perguntas, mas criou um monte de outras possibilidades. Então todos os fantasmas da ilha são manifestações do Flocke (Fake Locke)? E quanto as apariçõs do Walt? Afinal ele está vivo... Por que Jacob ignorou Ben? Ilana já esteve na ilha? Como, quando e por que saiu? Como Jacob conseguia sair tão facilmente da ilha? O que aconteceu com a Claire? A visão do Desmond mostrava a Claire saindo da ilha de helicóptero. Ele errou? O que Desmond ainda tem a fazer na ilha? O que aconteceu com Aaron? Ele deveria estar na ilha?

Mil perguntas e quase um ano pela frente até a próxiuma temporada..... Cruel!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Eneagrama

Este final de semana fiz um curso muito legal, sobre eneagrama. Conhece? É um sistema de identificação dos diferentes tipos de personalidade. Eu já tinha ouvido falar e estava a fim de fazer este curso há um tempão. Portanto, compareci com um alto grau de expectativa. Normalmente, quando isto acontece, acabo me frustrando. Mas não foi o que aconteceu desta vez. O curso superou minhas expectativas. Foi uma tremenda pauleira, fiquei bastante cansada. Mas adorei e achei extremamente proveitoso.

O eneagrama identifica 9 diferentes tipos de personalidade e suas motivações. Cada pessoa pertence a um tipo básico, essencial, que é imutável ao longo da vida. Cada um possui também características de todos os outros tipos, em aspectos e momentos específicos da vida, em maior e menor grau. Mas o tipo básico é sempre um determinante, porque é aquele que oferece as maiores tentações de erro, além de apontar os nossos maiores talentos inatos.

E como descobrir seu tipo? Bem, existem testes. Mas eu sempre fico meio desconfiada deles, porque me parecem muito fáceis de burlar. Bem, no caso do curso que fiz, o processo de identificação é diferente. A instrutora do curso, Racily, é fantástica. Ela é uma atriz super talentosa e ela faz um teatro com os tipos. Ela mostra as manias, os gestos, as expressões de cada tipo. Quando ela mostra o seu tipo, a identificação é imediata, indiscutível e inevitável. Minha reação foi ter um ataque incontrolável de riso, quando me vi identificada, quando vi minhas neuras, meus diálogos internos, minhas reações ridículas e exageradas, e que eu tão cuidadosamente escondo no dia-a-dia, expostos. Ao mesmo tempo foi muito libertador ver que atitudes e comportamentos que normalmente me fazem sofrer pacas são, na verdade.... ridículos. Risíveis.

Vi também retratadas muitas pessoas importantes de minha vida. Agora que compreendo melhor suas motivações, vejo outros e novos aspectos de suas personalidades e sinto conhecê-las ainda melhor. Sinto-me capaz de compreendê-las e apoiá-las de maneira mais apropriada.

Enfim, amei. Se algum dia alguém convidá-lo a fazer um curso de eneagrama com a Racily, nem pense duas vezes. Vá. Na pior das hipóteses, você vai se divertir a beça!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Programação normal? Ah ta!

Bem, no post anterior eu disse que ia retomar a programação normal, com pequenas altereções nos 30 dias perfeitos. É. Só que não vai dar. Pelo menos por enquanto.
Ao contrário da minha gravidez anterior, nesta eu estou enjoando. Não estou conseguindo seguir horários para as refeições porque eu simplesmente não consigo comer em alguns momentos.
Então, acho que o melhor e mais saudável a fazer no momento é desencanar. Então é isso.

Vou continuar postando sobre livros, música, blablabla e, claro, fotos do que como de quando em quando.

terça-feira, 5 de maio de 2009

30 dias perfeitos - de volta com algumas alterações!

Desde que descobri minha gravidez, parei com os 30 dias perfeitos. Afinal, gravidez não combina com dieta. Mas confesso que eu estava com medo de perder as estribeiras e engordar demais. Isto também não é bom, ainda mais para quem já começa a gravidez acima do peso.
*
Mas hoje, na minha primeira consulta a obstetra, ela me disse que podia continuar com os 30 dias perfeitos, até o início do segundo trimestre. Mesmo porque não se trata de uma dieta maluca e cheia de restrições e sim um processo de reeducação alimentar. Fiquei feliz!
*
Então, os 30 dias perfeito continuam, com algumas alterações:

- Vai durar mais de 30 dias: até o início do segundo trimestre.
- O consumo máximo diário passa de 450 notas para 630 notas. Motivo: 450 notas é o consumo máximo para perder peso. Para manter o peso é preciso somar 40% a este valor, o que dá 630 notas.
- No momento, a idéia não é perder peso, e sim mantê-lo.
- Vou substituir as corridas por caminhadas, de preferência todos os dias. No mínimo, 4 dias por semana.
- Vou cortar os adoçantes e alimentos diet. Os alimentos light estão liberados, mas vou evitá-los mesmo assim.
*
No mais, vou continuar fazendo 6 refeições por dia, a intervalos de no máximo 4 horas, sem passar vontade de nada. E fotografando tudo, claro!
*
Então, amanhã estamos de volta com nossa programação normal!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Tecnologia e bom senso


Estive dia desses em um dos prédios mais muderrrrnos de São Paulo, o Rochaverá, ao lado do shopping Morumbi. Odeio aquele prédio. Aliás, odeio prédios que parecem eletrodomésticos, com mil utilidades, tudo automatizado, asséptico, frio, gelado. Para mim um prédio deveria se parecer com um prédio e não com uma torradeira. Para mim, um prédio, que contém gente, deveria ser confortável e acolhedor. Mas sei lá. Vai ver sou só eu.

Daí, olha só. O prédio muderrrrno, lindio, inteligentérrimo, possuidor de embiei e tal estava.... sem energia. Sim. O bicho é um gênio. Perfeito. Tudibom. Só faltava ter um gerador. Daí que o estacionamento parecia a sucursal do inferno: escuro, abafado, impossível de se ver qualquer tipo de sinalização. Aparentemente este negócio de luzes de emergência é uma coisa demodê. A situação só não estava pior graças ao fator humano. Os manobristas foram extra-atenciosos e se ofereceram para acompanhar as pessoas pelas escadas até o térreo. Realmente não há substituto tecnológico para o bom senso e a gentileza.

No térreo fomos informados de que nenhum elevador funcionava no prédio. Até então eu achava que eram só os elevadores da garagem que não contavam com gerador. Mas, incrível. Um prédio daqueles, daquele tamanho, com aquela população, com trocentos andares, não contava com um mero gerador para os elevadores. Mas daí vi que a garagem não era a sucursal do inferno. O térreo era.

O hall estava uma muvuca. As pessoas tentavam entrar no prédio, mas aparentemente a falta de energia forçava os recepcionistas a cadastrar os visitantes na mão. Fila. As pessoas voltavam do almoço e pareciam um tanto relutantes em subir 37 andares a pé, vejam vocês. Então ficavam todos amontoados no hall, falando alto, gesticulando, ligando para clientes, todos meio agitados e desorientados.

Daí a energia voltou! E com ela a possibilidade de ser feliz novamente. Imediatamente houve uma corrida em direção aos elevadores. Eu, tonta que só, já meio baratinada com todo aquele zumzumzum, entrei no primeiro elevador cujas portas se abriram. Fui tentar apertar o botão do meu andar e... não tem botão com os andares. Claro que não. Botão é coisa do século passado. E eu fiquei lá com cara de idiota, me sentindo uma perfeita imbecil. Até que algumas pessoas (seres humanos, sempre eles....) ficaram com dó da minha cara de bunda e me falaram para descer no andar deles, apertar o botão do térreo no terminal que fica no hall dos elevadores (claro!), ir até o térreo e de lá, pedir o andar que eu quero no terminal. O terminal, então ia me dizer qual o elevador eu deveria tomar. Tudo bem lógico e intuitivo. E simples, claro, afinal, o objetivo da tecnologia é facilitar sua vida, certo?

E de repente, enquanto eu estava no elevador tive um momento de pânico. E se a energia acabasse novamente? Eu ficaria presa sozinha dentro daquele monstrengo de metal? Se eu apertasse o botão de emergência, conseguiria conversar com um ser humano? Provalvelmente não: ouviria uma gravação. Será que ficaria no escuro? Bem, se não pensaram em colocar luzes de emergência na garagem, teriam se lembrado das pessoas que estariam dentro dos elevadores? Será? Felizmente a porta se abriu. Eu suava frio, minhas mãos estavam geladas. Relutei antes de tentar chegar ao meu andar novamente. Mas, insisti. E consegui, afinal. Mas confesso que nunca senti tanta saudade de uma ascensorista. E daqueles elevadores cuja porta era fechada por uma manivela.
Parece que perdemos a mão da tecnologia. Não me entenda mal: eu acredito em tecnologia. Eu vivo de tecnologia.Trabalho com isso. Mas acredito que o objetivo da tecnologia seja facilitar e simplificar a vida das pessoas. E não para ostentar, pois a tecnologia não faz sentido por si só. "Olhe só quanta tecnologia!", "Os elevadores são de última geração!", "Tudo é automatizado!". E daí,digo eu, se toda essa tranqueira não torna minha vida mais fácil, não me dá mais conforto e nem mais segurança? Muito pelo contrário, me faz sentir uma refém, uma cobaia, um mero detalhe anacrônico dentro do prédio.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

30 dias perfeitos - pausa

Por motivos de força maior, os 30 dias perfeitos vão ser encerrados por ora. Mas estou feliz, porque o motivo de força maior é muito bom: estou grávida. Como gravidez e dieta não têm nada a ver, vou esperar até depois da amamentação para retomar.

De qualquer forma, foi muito bom fazer os 13 dias perfeitos. Vi que funciona e desenvolvi hábitos mais saudáveis.

E, como gostei muito de fotografar minhas refeições, de quando em quando ainda vou fazê-lo. Aguardem!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Dia Perfeito #12

Fazer as escolhas do que comer no dia tem se tornado automático. Quase não preciso pensar.
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Habituei-me de tal forma a fazer o lanche da manhã que nem acredito que até bem pouco tempo eu ficava quase de jejum até a hora do almoço.
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Hoje não caminhei. Andei lendo que o melhor a fazer é intercalar os dias de treino e vou fazer assim. Vou treinar às terças, quintas, sábados e domingos.
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Reparei hoje que não estou mais travando a mandíbula enquanto durmo. Também não estou mais acordando com dor de cabeça. Aparentemente minha tensão diminuiu nos últimos dias.
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O dragão anda tão quietinho. Estou estranhando.... Será que ele se conformou?

O que comi hoje:
Café da manhã: 1 fatia de pão light + 1 fatia de peito de peru defumado + tomate + alface + café + adoçante. Valor: 30 notas.

Lanche da manhã: 1 banana. Valor: 25 notas

Almoço: 4 colheres de arroz + 1 porção de iscas de carne + 4 colheres de beterraba + salada verde. Valor: 135 notas.

Lanche da tarde: 1 fatia de pão light + 1 fatia de lombo condimentado + alface + tomate. Valor: 35 notas.

Jantar: 4 colheres de arroz + 1 pedaço de salmão grelhado + salada verde + tsukemono + 1 pedaço de melão. Valor: 160 notas.

Ceia: 100 ml leite + 1 pedaço pequeno de chocolate meio-amargo. Valor: 65 notas.

Total: 450 notas.
Atividade física: 0. Dia de descanso.
Café da manhã
Lanche da manhã
Almoço
Lanche da tarde
Jantar
Ceia

domingo, 26 de abril de 2009

Dia Perfeito #11

Mais um domingo perfeito! Tô ficando boa nisso....

O que comi hoje:

Café da manhã: 2 fatias de pão light + 2 fatias de peito de peru + tomate + alface + café + adoçante. Valor: 60 notas.

Lanche da manhã: 1 banana. Valor: 25 notas.

Almoço: 3 colheres de arroz + 1 colher de batata + 1 pedaço de carne assada + 4 colheres de couve flor + salada verde + 1 porção pequena de sobremesa. Valor: 210 notas.

Lanche da tarde: 1/2 pão francês com alhos. Valor: 30 notas.

Jantar: 6 colheres de macarrão ao sugo + salada de alface. Valor: 100 notas

Ceia: 1 pedaço de melão. Valor: 25


Total: 450 notas.
Atividade física: 60 minutos de corrida/caminhada.


Café da manhã


Lanche da manhã


Almoço

Lanche da tarde


Jantar



Ceia